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São Paulo se aproxima de recorde de mortos na pandemia | Felipe Barros/Ex Libris/PMI
Com ocupação de leitos de campanha municipais em torno de 30% (clínica médica e UTI), o município de Santos, no litoral sul de SP, reorganiza a estrutura de atendimento hospitalar voltada à covid-19, com o fechamento das vagas criadas temporariamente nas UPAs Central e Zona Leste. Vale ressaltar, no entanto, que caso haja necessidade, esses leitos poderão ser reativados.
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Na terça-feira (20), 40 leitos (20 de enfermaria e 20 de UTI) criados na UPA Central em abril foram desativados. Foram realizadas 400 internações até o último dia de funcionamento. No próximo dia 30, será a vez da UPA Zona Leste retornar à sua vocação inicial de unidade de pronto atendimento, com o encerramento de 25 leitos (5 de enfermaria e 20 de UTI), nos quais foi possível realizar 328 internações desde março.
Santos optou pela criação dos leitos de campanha em estruturas de saúde já existentes, de forma que, após o seu uso, toda a infraestrutura como a rede de gases medicinais instalada e os equipamentos seguisse à disposição da rede municipal de saúde.
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O prefeito Rogério Santos destacou que se trata de uma estratégia adotada desde o ano passado com a abertura de leitos da estrutura da Saúde. "Estamos desativando, mas rapidamente já podemos ativar os leitos, se necessário. Isso está sendo feito graças aos bons números que apresentamos. No pior momento da pandemia tínhamos 420 leitos de UTI. Hoje baixamos para 335 leitos, com 47% de ocupação. É um número muito bom".
"Estamos realizando essa ação com muita responsabilidade, diante de um cenário de 30% de ocupação dos leitos municipais. Continuaremos a avaliar diariamente o comportamento da covid-19 em Santos e, se percebermos a necessidade de retomada desses leitos, a estrutura física já estará pronta", explica o secretário municipal de Saúde, Adriano Catapreta.
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ASSISTÊNCIA
O Município seguirá ainda com 235 leitos específicos para o tratamento da covid-19 no Hospital Vitória, no Complexo Hospitalar dos Estivadores, no Complexo Hospitalar da Zona Noroeste, na Santa Casa de Santos e na Beneficência Portuguesa.
"O SUS seguirá cumprindo o seu papel assistencial no enfrentamento à covid-19. Nos orgulhamos muito de ninguém ter ficado sem leito em Santos. Nos momentos mais graves da pandemia, o SUS de Santos atendeu pacientes de convênios médicos. Estamos encerrando alguns leitos, mas é importante atentar que a pandemia não terminou. Os cuidados seguem os mesmos: usar máscaras, higienizar as mãos e evitar aglomerações", salienta Adriano.
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