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Há uma série de balsas em funcionamento no Estado | Reprodução/Governo de SP
A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) do Governo de São Paulo, Natália Resende, defendeu nesta terça-feira (1º/4) na Assembleia Legislativa (Alesp) a concessão do serviço de balsas de pedestres e veículos no Estado.
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A gestão Tarcísio de Freitas quer a aprovação do Projeto de Lei 164/2025, que autoriza o governo a contratar a parceria público-privada (PPP) para gerir o Sistema de Travessias Hídricas.
Há uma série de balsas em funcionamento no Estado. A mais famosa une as cidades de Santos e Guarujá, na Baixada Santista. O modelo deve deixar de funcionar com a construção do túnel que ligará os municípios.
Na sessão com os deputados estaduais, Natália explicou que proposta do Executivo é melhorar todos os processos das 14 travessias aquaviárias em cinco áreas geográficas do Estado (Litoral Norte, Litoral Sul, Litoral Centro, Metropolitana e Paraibuna).
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A secretária apontou como vantagens da PPP a ampliação de frotas e terminais, a atração de investimentos (cerca de R$ 1 bilhão, segundo ela) e a sustentabilidade ambiental com a aquisição de 48 embarcações, incluindo modelos movidos a energia elétrica.
“O modelo atual é deficitário”, analisou.
Outro argumento de Natália para defender a concessão é que a gratuidade das tarifas, já em vigor, seria mantida.
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Ela ainda explicou que a concessão patrocinada permite amortizar os investimentos ao longo do prazo contratual, que é de 20 anos.
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