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Segundo as investigações, Albino já estava vinculado a dez homicídios na parte baixa de Maceió (AL) | Divulgação/Polícia Civil de Alagoas
O número de homicídios atribuídos a Albino Santos, de 42 anos, considerado como “o maior serial killer da história de Alagoas”, subiu para 18, segundo informações reveladas pela Polícia Civil nesta terça-feira (25/2). Além disso, ele também é suspeito de mais seis tentativas de assassinato.
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Com as novas revelações, Albino agora está entre os cinco maiores serial killers do País. Seus números são muito maiores do que de Lázaro Barbosa, que aterrorizou o Brasil em 2021, deixando os moradores de uma região de Brasília com medo até de ficar em suas próprias casas.
Segundo as investigações, Albino já estava vinculado a dez homicídios na parte baixa de Maceió (AL). Recentemente, a Polícia Civil identificou mais oito assassinatos em áreas como a Chã da Jaqueira, entre 2019 e 2020, quando Albino morava perto, no Jardim Petrópolis, também na capital alagoana.
A delegada Tacyane Ribeiro, coordenadora da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Maceió, informou que a descoberta desses novos crimes faz parte da segunda fase das investigações sobre as ações criminosas de Albino.
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O avanço ocorreu após a análise do celular apreendido com ele, que forneceu informações cruciais para esclarecer os crimes. Entre os dados encontrados, estava o nome completo de uma das vítimas, Genilda Maria da Conceição, e a data de seu homicídio, 6 de fevereiro de 2019.
Com essas informações, Albino confessou outros assassinatos, incluindo os de Alysson Santos Silva, Marcelo Lopes dos Santos, José Cícero Bernardo da Silva, Maria Vânia da Silva Nunes, João Santos Mateus, Antônio de Oliveira Melo Neto e Maria Claudiana da Silva.
Exames balísticos realizados pela Polícia Científica confirmaram que todas as vítimas foram mortas com a mesma arma, um revólver calibre 38, que Albino disse ter jogado no rio após se desfazer dela. As investigações também revelaram detalhes perturbadores, como arquivos no celular dele com diretórios nomeados “odiada Instagram” e “morte especiais”.
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Além disso, Albino costumava tirar fotos nos túmulos das vítimas, enterradas em cemitérios públicos de Maceió. A polícia acredita que os túmulos nas fotos sejam de, pelo menos, duas dessas vítimas, com base nas datas das imagens.
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