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Número de crianças e adolescentes mortos pode ser ainda maior | Agência Brasil
Estudo revela que 77 crianças e adolescentes, entre 10 e 19 anos, morreram vítimas da violência do Estado em 2024. Enquanto em 2022, na gestão Rodrigo Garcia, foram 35 vítimas. Assim, durante o governo Tarcísio o índice de mortes aumentou em 120%.
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Os dados são do estudo “As câmeras corporais na Polícia Militar do Estado de São Paulo”, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), nesta quinta-feira (3/4).
As mortes foram causadas principalmente por homicídios dolosos, intervenções policiais e lesões corporais seguidas de morte, latrocínios e feminicídios. Um exemplo de morte policial foi o caso da criança e adolescente que morreram após confronto policial no litoral de São Paulo.
Segundo o Unicef, o aumento no número de mortes ocorreu no mesmo período em que os protocolos de uso de câmeras corporais nos uniformes dos policiais e outros mecanismos de controle de força de segurança foram alterados.
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O número de crianças e adolescentes mortos pela PM pode ser ainda maior, já que podem existir falhas no momento do preenchimento dos boletins de ocorrência. Um exemplo disso é que, entre 2017 e 2024, 134 registros não possuíam informação sobre a idade da vítima, ou seja, quase ¼ dos B.Os.
Outro número alarmante é que entre o período de sete anos, 1051 crianças e adolescentes foram mortas por PMs no estado e 735 foram vítimas de policiais que estavam em serviço (69,9%).
Confira o ranking no número de mortes de crianças e adolescentes em SP ao longo dos anos:
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