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A síndrome do arroz frito está relacionada a uma bactéria | Imagem: PxHere
Ninguém tem tempo para fazer arroz fresco todo dia, e a solução é cozinhar uma panela e sair requentando nos demais dias. Mas você sabia que aquecer o arroz de maneira incorreta pode trazer graves riscos para a saúde?
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Os riscos estão associados à “síndrome do arroz frito”, causada pela bactéria Bacillus cereus. Essa bactéria habita comumente o arroz cru e não morre quando ele é cozido, mas não causa problemas para a saúde humana na maioria das vezes. Saiba agora onde mora o perigo:
A bactéria passa a ser nociva quando o arroz é mal armazenado, e depois reaquecido de maneira incorreta. Se o alimento for deixado por mais de 30 minutos em temperaturas entre 10º a 60ºC, os esporos da bactéria podem produzir uma toxina causadora de infecções alimentares.
Assim como todo processo biológico, a liberação de toxinas acontece mais rápido em temperaturas mais altas. As toxinas, entre elas a enterotoxina não hemolítica (Nhe), não são eliminadas no aquecimento.
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Os sintomas da intoxicação incluem vômitos, enjôos, dores de cabeça, e diarreias que podem evoluir para casos de desidratação. Para evitar o problema, lembre-se de sempre guardar o arroz na geladeira, com temperatura inferior a 5ºC. Especialmente em dias quentes.
Um estudo da Universidade da Costa Rica analisou amostras de arroz de 50 restaurantes da área metropolitana de San José, na Costa Rico, e descobriram que 10% do grão oferecido em restaurantes possui a bactéria B. cereus.
8% da amostragem já continha, inclusive, a bactéria imersa em suas toxinas, com potencial para dar dor de barriga em clientes. Com esse dado assustador, melhor mesmo é comer em casa.
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