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O que é síndrome de burnout, que acomete 30% dos trabalhadores brasileiros

Pesquisador da USP explica como empresas e trabalhadores enfrentam essa situação e quais são os direitos desses profissionais

Joseph Silva

03/04/2025 às 19:45  atualizado em 03/04/2025 às 20:00

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Entenda os direitos trabalhistas de quem é acometido pela síndrome de burnout

Entenda os direitos trabalhistas de quem é acometido pela síndrome de burnout | Imagem gerada por IA

De acordo com a Anamt, aproximadamente 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome de burnout. A OMS reconheceu essa condição como doença ocupacional em 2022. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais casos diagnosticados no mundo.

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Otávio Pinto e Silva, professor do Departamento de Direito do Trabalho e Seguridade Social da USP, explica como empresas e trabalhadores enfrentam essa situação, quais são os direitos desses profissionais e como a prevenção pode ser realizada para minimizar os impactos da doença.

O que é a síndrome de burnout?

A síndrome de burnout envolve um esgotamento mental do trabalhador, levando à dificuldade de realizar suas tarefas e à proximidade com um estado depressivo.

Se a empresa não estiver preparada, pode não compreender o que o trabalhador sente e piorar ainda mais sua condição psicológica.

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Por ser considerada uma doença ocupacional, os procedimentos são iguais aos de outras enfermidades. Nos primeiros 15 dias de afastamento, a empresa continua responsável pelo pagamento do salário.

A partir do 16º dia, o INSS assume o pagamento do auxílio-doença ao trabalhador.

Medidas preventivas

Para prevenir essas situações, as empresas buscam oferecer suporte psicológico. Muitos planos de saúde já incluem atendimentos especializados.

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RHs devem estar atentos para criar um ambiente saudável, ajudando a identificar sinais precoces que possam levar ao afastamento do profissional.

Quando afastado, o contrato de trabalho fica interrompido. Após o retorno, a empresa pode alegar perda de produtividade e decidir demitir o funcionário.

Caso isso ocorra, ele pode recorrer à Justiça do Trabalho para reaver seu cargo ou pleitear uma indenização.

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Processos judiciais e desafios

O diagnóstico de burnout exige um laudo pericial realizado por psicólogo ou psiquiatra para comprovação da condição.

O juiz avalia se há direito à indenização. Como cada caso é único, a Justiça encontra desafios para estabelecer uma relação direta entre trabalho e transtornos psicológicos.

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