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Com mais de 70% do seu território coberto pela Mata Atlântica, a cidade de Eldorado, no interior de São Paulo, encanta qualquer um que seja fã da natureza | Divulgação/Alesp
Com mais de 70% do seu território coberto pela Mata Atlântica, a cidade de Eldorado, no interior de São Paulo, encanta qualquer um que seja fã da natureza.
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Conhecido como "Amazônia Paulista", o local é o quarto maior município paulista e possui um excelente nível de conservação. O título foi dado pelo naturalista, botânico e geólogo português Manoel Pio Correa, em visita científica por voltado dos anos de 1920.
Além disso, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) reconheceu o local como “Patrimônio Natural da Humanidade”, desde fevereiro de 1993.
Com uma população estimada de 13.069 habitantes, segundo o Censo 2022, e a cerca de 250 quilômetros da capital paulista, Eldorado costuma receber visitantes que amam o ecoturismo e o turismo de aventura.
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A natureza encanta os olhos dos turistas que chegam à cidade, com relevo de morros bem altos e vales profundos, onde se podem encontrar pequenos córregos e ribeirões com águas bem cristalinas.
A cidade oferece boas pousadas para os viajantes e tem 30% do território ocupado por unidades de conservação, como é o caso dos parques estaduais do Jacupiranga e Intervale, que são áreas destinadas à preservação da Floresta Atlântica.
Isso sem falar nas quedas d’água de grande beleza, como as da Cachoeira do Meu Deus, de 53 metros de altura, cujo nome veio da expressão "Meu Deus!", tamanho o encanto.
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A cidade nasceu na época em que a busca por ouro se aflorou no Estado, tornando-se até hoje uma cidade rica, agora principalmente de belezas naturais.
Outra curiosidade é de que, por mais de um século, Eldorado fez parte do itinerário de grandes barcos a vapor que navegavam pelo Rio Ribeira, partindo de Iguape, levando a produção para a venda e trazendo mercadorias para consumo.
A maior parte dos viajantes aproveitam para visitar o Parque Estadual da Caverna do Diabo, os quilombos como o de Ivaporunduva, e também até à Cachoeira do Meu Deus, após trilhas que chegam a durar cinco horas de caminhada.
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Turistas são guiados por um trajeto de uma hora e meia pelas galerias, escadas, estalactites, estalagmites (estruturas de rochas sedimentares formadas dentro de cavernas) e correntes d’água da Gruta da Tapagem, mais conhecida como a Caverna do Diabo, a maior de todo o Estado.
Esse passeio pelas formações rochosas de 600 milhões de anos faz a alegria das máquinas fotográficas e das lembranças dos visitantes.
A cidade, por sua vez, faz parte da Região Turística Cavernas da Mata Atlântica. Portanto, fica localizada em uma região serrana muito diversificada e tem mais de 70% de sua área coberta pelo bioma de Mata Atlântica intacta, em excelente estado de conservação.
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O foco atual da cidade em se manter em crescimento, com o desafio de evoluir no setor econômico sem deixar de lado as questões ambientais. Essa meta atrai ainda mais turistas, que buscam explorar os recursos naturais e sustentáveis do local.
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