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Excesso de ansiedade pode desencadear uma patologia que demanda tratamento | Freepik
Ansiedade, antes de ser uma doença classificada pela Classificação Internacional de Doenças (CID), é um sentimento normal por que passamos todos os dias, em nosso cotidiano cada vez mais corrido.
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É quando a ansiedade começa a afetar de maneira muito negativa nosso cotidiano, se tornando incapacitante e vir sem motivo aparente, que é hora de procurar ajuda de um psicológo e às vezes de um psiquiatra. Entenda melhor!
O quadro clínico corresponde ao CID-F41, transtorno de ansiedade, e é caracterizado por não possuir causa aparente. É comum ficar ansioso ou ansiosa antes de uma apresentação ou um grande evento, mas o sintoma se repetir ao longo do dia pode ser preocupante.
A doença é dividida em subtipos: ansiedade paroxística episódica, conhecida como síndrome do pânico, é quando os episódios são pontuais, mas tão fortes que incapacitam o paciente.
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Já a ansiedade generalizada está mais associada a casos de nervosismo persistente ao longo do dia, com medo constante de que algo desconhecido possa acontecer, causando espasmos e tremores musculares.
A ansiedade mista depressiva, por sua vez, é caracterizada por sentimentos depressivos como desânimo constante e falta de energia, junto com o nervosismo incapacitante da ansiedade.
Carmita Abdo, doutora em psiquiatria pela USP, conta que a "Ansiedade generalizada é caracterizada por uma preocupação excessiva e persistente, que persiste por pelo menos seis meses". O período é um indicador importante, mas o paciente deve buscar auxílio antes disso se achar necessário.
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Para Carl Jung, fundador da psicologia analítica, a ansiedade é um sintoma de uma angústia interna, e não externa a pessoa. As abordagens psicológicas e psicanalíticas buscam entender as causas da ansiedade na psique, ou seja, nos nossos pensamentos, comportamentos, experiências passadas e outras bagagens da mente.
Já a psiquiatria se preocupa com o combate da doença com uma abordagem mais clínica, classificando a doença psicológica e por vezes receitando medicamentos que ajudam a controlar os sintomas.
As duas abordagens são complementares. Remédio nenhum consegue curar a ansiedade sozinho, e às vezes só a abordagem psicológica não é suficiente para amenizar os sintomas.
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Caso você se sinta angustiado, com medos inconscientes, tenha dificuldade de dormir ou tremores frequentes, procure ajuda! Apenas um profissional pode avaliar seu caso e entender como aliviar seus sintomas.
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