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Cotidiano

Alesp aprova urgência a projeto para fornecer remédio à base de canabidiol

Projeto de Caio França (PSB) institui política de fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol e substâncias semelhantes na rede pública

Bruno Hoffmann

24/11/2021 às 11:45

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Caio França é deputado estadual pelo PSB

Caio França é deputado estadual pelo PSB | /Divulgação/PSB

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, nesta terça-feira (23), requerimento de urgência para tramitação acelerada de um projeto que institui uma política de fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol e outras substâncias semelhantes na rede pública estadual.

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O Projeto de Lei 1180/2019, de autoria do deputado Caio França (PSB), também tem o objetivo de adequar o uso da cannabis medicinal aos padrões de saúde pública estadual e facilitar o acesso de pacientes a esses medicamentos. Estudos científicos apontam que o uso dos medicamentos diminui as consequências clínicas e sociais de várias patologias, entre elas depressão, esclerose, Alzheimer e fibromialgia.

Sobre o projeto, o deputado Gilmaci Santos (Republicanos) justificou sua posição contrária à urgência por questão constitucional. Segundo ele, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não autorizou o uso de medicação à base de cannabis. A estimativa é de que o projeto seja votado em Plenário em 2022.

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Em resposta a Gilmacy, Caio França autor esclareceu que os medicamentos já estão autorizados pela Anvisa e que a política a ser implantada vai facilitar o seu uso por famílias sem condições financeiras para custear a medicação importada. "Os medicamentos já estão em uso por quem pode pagar por eles", disse o deputado.

O autor da proposta afirmou acreditar ainda que o programa dá condições de o Estado prever no Orçamento recursos para a aquisição dessas drogas. "Estou seguro do que estou fazendo", disse. Citou benefício desses medicamentos para, por exemplo, crianças com quadro grave de convulsões e alertou: "Não espere precisar para defender o projeto".

Já o deputado Campos Machado (Avante) considerou o projeto inadequado e argumentou que a medida pode facilitar o uso de drogas. "Vamos deixar para o ano que vem e ouvir autoridades médicas a respeito", disse.

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