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CBF cria 'nova regra' após ação de Memphis Depay em Dérbi; entenda

Em ofício, confederação instrui que os árbitros passem a aplicar o cartão amarelo ao jogador que repetir o feito

Leonardo Sandre

05/04/2025 às 16:50  atualizado em 05/04/2025 às 17:21

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Ato de subir na bola, como o que fez Memphis Depay na final do Paulistão, está proibido pela CBF

Ato de subir na bola, como o que fez Memphis Depay na final do Paulistão, está proibido pela CBF | Reprodução

Entidade máxima do futebol brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) emitiu um ofício neste sábado (5/4), que proíbe que qualquer jogador possa subir na bola com os dois pés. O atleta que não cumprir a nova medida receberá o cartão amarelo e uma infração será marcada.

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A "provocação" voltou à tona durante o jogo decisivo do Campeonato Paulista entre Corinthians e Palmeiras, na Neo Química Arena, em Itaquera. Memphis Depay subiu na bola e gerou a fúria de jogadores palmeirenses, o que acabou em uma briga generalizada.

Com o título corintiano, o lance permaneceu circulando pelas redes sociais, sendo uma ferramenta de celebração e provocação aos rivais. Contudo, não devemos ver ele se repetir tão cedo, visto que a CBF classificou o ato como "conduta antidesportiva".

Ofício da CBF

A CBF considera o lance uma "falta de respeito" e destaca em seu ofício enviado aos clubes brasileiros que os árbitros foram instruídos a aplicar cartão amarelo ao jogador que praticar a ação e conceder tiro livre indireto ao time adversário.

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“Tem provocado transtorno no ambiente de jogo, produzindo confrontos generalizados, prejudicando sobremaneira a imagem do esporte… Além do risco de lesão para o próprio jogador”, diz o ofício enviado pela Comissão de Arbitragem da CBF.

O lance de Memphis em questão ocorreu já perto do fim do jogo, com o placar em 0 a 0 e o Corinthians a instantes de garantir o título paulista. Este momento, porém, não foi o primeiro do tipo.

Entre algumas ocorrências deste tipo de lance, outro destaque ocorreu em 2023, em partida do Campeonato Brasileiro entre Santos e Vasco, na Vila Belmiro.

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Na ocasião, o venezuelano Soteldo, do Peixe, subiu na bola e provocou a equipe vascaína, que acabou derrotada naquele dia. Ao fim do campeonato, contudo, o Vasco se salvou e o Santos acabou rebaixado, com o lance sendo relembrado com ironia pelos vascaínos.

Outra proibição polêmica

Não é a primeira vez que um lance viraliza entre os torcedores e que acaba se tornando proibido. A celebração de chutar a bandeirinha de escanteio do time adversário passou por um processo parecido.

Após um episódio das semifinais da Copa do Brasil entre Corinthians e São Paulo, em que o são-paulino Luciano marcou um gol e chutou a bandeirinha do adversário e acabou levando o cartão amarelo, a discussão sobre se existia uma infração no ato foi acendida.

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De lá para cá, outros casos semelhantes ocorreram, como em um Choque-Rei de 2024 em que, novamente Luciano, chutou a bandeirinha  do Palmeiras, ou em um Dérbi na fase de grupos deste ano, quando Yuri Alberto (Corinthians) chutou a bandeirinha palmeirense.

Em ambos os casos, os jogadores acabaram recebendo o cartão amarelo e, ao decorrer do jogo, levaram o segundo amarelo por outra infração e foram expulsos.

A Federação Paulista de Futebol (FPF) chegou a enviar um pedido aos clubes semifinalistas do Paulistão de 2025 para que "evitassem que seus jogadores chutassem a bandeirinha do adversário", alegando que o ato colocaria em risco a segurança da partida.

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