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Analista de inteligência de mercado (BI, da sigla em inglês) se tornou o pilar estratégico para as organizações | Freepik
Com o avanço da inteligência artificial, os dados passaram a ser considerados o "novo petróleo" para as empresas de diversos setores. Neste cenário, as empresas passaram a buscar não somente pessoas qualificadas em determinada área, mas também aquelas que sabem transformar dados em informações importantes no meio corporativo.
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O analista de inteligência de mercado (BI, da sigla em inglês) se tornou o pilar estratégico para as organizações. Profissionais da área de inteligência de mercado têm grandes chances de se destacar e conseguir cargos de liderança, consequentemente, um bom salário.
Cargos como gerente de inteligência de mercado, diretor de estratégia e Chief Data Officer (CDO) podem chegar a salários de até R$ 40 mil. Este tipo de líder consegue direcionar grandes equipes e projetos com maior eficiência, alinhando ações aos objetivos de longo prazo da empresa.
No mês passado, a Gazeta divulgou um concurso público do Ministério Público da União (MPU) com remuneração que pode chegar a R$ 13,9 mil. As oportunidades são destinadas aos cargos de técnico e analista em diversas áreas.
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O analista de inteligência de mercado coleta e analisa dados sobre o mercado, concorrência e comportamento do consumidor para fornecer "insights" estratégicos que auxiliam na tomada de decisões empresariais. Ele mapeia segmentos de mercado, analisa concorrentes, pesquisa tendências, desenvolve cenários comerciais e cria relatórios e dashboards (painel de gestão).
Seu trabalho é essencial para apoiar áreas como vendas, marketing e desenvolvimento de produtos, ajudando a empresa a se posicionar competitivamente e a tomar decisões informadas.
O trabalho do analista permite que as organizações entendam melhor os desafios do mercado em que atuam, antecipem os riscos e identifiquem oportunidades.
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Em um mundo tecnológico, onde os dados são abundantes, ele identifica oportunidades, analisa a concorrência e as tendências, garantindo que a empresa se mantenha competitiva e bem posicionada no mercado.
Embora não haja uma graduação específica para essa função, é recomendável possui formação em áreas como Administração, Marketing, Economia, Estatística ou Ciências da Computação.
Além da formação acadêmica, é essencial desenvolver competências analíticas, incluindo a capacidade de interpretar dados e realizar análises estatísticas. O domínio de ferramentas tecnológicas, como Excel, SQL, SPSS, R ou Python, bem como softwares de visualização de dados como Tableau ou Power BI, é altamente valorizado no mercado.
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