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Taxa de analfabetismo diminui mas evidencia as desigualdades brasileiras | Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo
O último senso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), feito em 2022, indicou que entre todas as pessoas com 15 anos ou mais no Brasil, 11,4 milhões não são alfabetizadas.
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Em comparação com o senso de 2010, a taxa de analfabetismo no País diminuiu. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (17), o número caiu de 9,6% em 2010 para 7% em 2022, ou seja, 2,5 milhões de pessoas com 15 anos ou mais se alfabetizaram.
Veja a porcentagem de pessoas alfabetizadas no país ao longo dos anos.
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Segundo dados do IBGE, a população branca continua sendo a de maior número de alfabetizados, mas a distância entre pretos, pardos ou indígenas diminuiu em comparação com o senso de 2010.
Confira a porcentagem de analfabetos no país separando entre brancos, pretos, pardos e indígenas.
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Brancos: 4,3%
Pretos: 10,1%
Pardos: 8,8%
Indígenas: 16,1%
A respeito da diferença, confira o valor baseado nos últimos dois sensos do IBGE.
Em análise exclusiva das pessoas indígenas, a taxa de alfabetização foi de 85% em 2022, que ainda permanece em baixo da média nacional mas aumentou em comparação com 2010. No penúltimo senso, o indicador era de 76,6%.
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Segundo os dados, o analfabetismo está mais presente na população mais velha. Entre todas as idades, o grupo de 15 a 19 anos registrou o menor índice de analfabetismo (1,5%), enquanto o grupo de 65 anos ou mais registrou o maior índice (20,3%)
Entretanto, a porcentagem de analfabetos com 65 anos ou mais vem diminuindo ao longo dos anos. Confira.
Segundo pesquisa, as mulheres contêm um maior número de alfabetizados em comparação com os homens. Confira porcentagem.
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Entretanto, na análise de pessoas com 65 anos ou mais os homens apresentam um percentual maior.
O levantamento indicou que, em 2022, a região Nordeste apresentou menor taxa de alfabetizados, enquanto Sul e Sudeste as maiores. Confira a porcentagem de cada região em 2022.
*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita
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