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Estratégia combinada pode prevenir 28 mil internações anuais e irá proteger cerca de 2 milhões de bebês | Divulgação/SECOM
O Ministério da Saúde vai incorporar ao SUS duas tecnologias para prevenir complicações causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de infecções respiratórias graves em bebês, incluindo quadros de bronquiolite.
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Nas clínicas particulares, a vacina contra VSR, vírus sincicial respiratório, custa cerca de R$ 1,6 mil.
As tecnologias recomendadas são o anticorpo monoclonal nirsevimabe, indicado para proteger bebês prematuros e crianças até 2 anos nascidas com comorbidades, e a vacina recombinante contra os vírus sinciciais respiratórios A e B, dada em gestantes para proteger os bebês nos primeiros meses de vida.
As estratégias combinadas pode prevenir 28 mil internações anuais e irá proteger cerca de 2 milhões de bebês em seus primeiros meses de vida, período mais vulnerável às complicações. A expectativa é que a vacina fique disponível para a população em seis meses.
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O imunizante é aplicado na gestante entre a 32ª a 36ª semana de gravidez, a criança já nasce protegida. A proteção dura até o 8º mês da criança, que é a fase mais importante da prevenção, segundo o epidemiologista José Geraldo Leite.
A vacina contra o vírus da febre amarela já está disponível em todas as 479 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de São Paulo. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) disponibiliza as doses da vacina contra a febre amarela para crianças a partir dos 6 meses.
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