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Objetivo do estudo é obter uma base sólida para a implantação e gestão do novo modal de transporte, batizado como "Bonde São Paulo" | Divulgação/Governo de SP
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento e a São Paulo Urbanismo, completou o estudo urbanístico sobre o projeto de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para o centro da cidade.
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O objetivo do estudo é obter uma base sólida para a implantação e gestão do novo modal de transporte, batizado como "Bonde São Paulo".
Nesta segunda-feira (24/3), o Metrô lançou a licitação para iniciar as obras da linha 19-Celeste, que vai ligar o Bosque Maia, em Guarulhos, ao Anhangabaú, na capital paulista.
A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) desenvolveu estudos técnicos preliminares e projetos funcionais para a iniciativa. Em seguida, a SP Urbanismo foi contratada para aprofundar os estudos urbanísticos do projeto, que contempla, por exemplo, o estudo urbanístico entregue em 21 de fevereiro. A expectativa é concluir os projetos restantes ainda neste primeiro semestre.
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O documento identifica os desafios na área do urbanismo e mobilidade, além de tornar compatível a vivência do novo modal com os demais meios existentes em seu percurso.
Segundo a Prefeitura, o estudo indica um potencial do VLT transportar o centro de São Paulo, com a requalificação de áreas com potencial de transformação e requalificação como a região da Luz e o Triângulo Histórico, como em experiências internacionais, de Sevilha e Bilbao (Espanha) e Bordeaux (França).
Além disso, haverá a conexão do VLT com metrô, ônibus e ciclovias. O Bonde São Paulo deve reduzir a dependência do transporte individual motorizado, promovendo mais sustentabilidade.
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O VLT contará com duas linhas, 27 estações e transportará até 134 mil pessoas por dia.
Os trens devem circular pelas ruas do Bom Retiro, região da Luz, Júlio Prestes, República, Avenida São João, Mercado Municipal e Praça da Sé. Além do Vale do Anhangabaú, Parque da Luz, Largo do Paissandu e Parque Dom Pedro II.
O sistema terá um valor estimado em R$ 3,7 bilhões, com parceria da iniciativa privada, onde cada composição vai transportar aproximadamente 450 pessoas e em tarifa estimada em R$ 2,20.
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