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Cotidiano

Por falta de equipamentos, Volkswagen suspende produção em São Bernardo

Em mais uma paralisação na indústria de veículos provocada pela falta de componentes eletrônicos, a Volkswagen anunciou que vai interromper, por dez dias, a produção no ABC

Matheus Herbert

14/06/2021 às 12:53

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Por falta de chips, Volkswagen suspende produção em São Bernardo

Por falta de chips, Volkswagen suspende produção em São Bernardo | /Divulgação/VW

Em mais uma paralisação na indústria de veículos provocada pela falta de componentes eletrônicos, a Volkswagen anunciou na última sexta-feira (11) que vai interromper, por dez dias, a produção em São Bernardo, no ABC Paulista, onde monta os modelos Polo, Virtus, Nivus e Saveiro, bem como a fabricação de motores em São Carlos, no Interior paulista. 

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O motivo é o mesmo que levou a montadora a interromper, na última segunda-feira, a produção de duas outras fábricas, em Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR): a falta de componentes decorrente da escassez global de semicondutores.

Tanto a planta de São Bernardo como a de São Carlos terão a produção paralisada no próximo dia 21. Além disso, a Volkswagen adiou para 1º de julho a volta das atividades no Paraná, antes prevista para a próxima quinta-feira. Ao menos por enquanto, o retorno ao trabalho em Taubaté está mantido para o dia 17.

Em São José dos Pinhais, a VW monta os modelos Fox e T-Cross, enquanto a unidade de Taubaté abriga as linhas de produção de Gol e Voyage.

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Procurado pela reportagem, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou que, no período de dez dias, os trabalhadores da produção na fábrica Anchieta entrarão em férias coletivas.

Em nota, a montadora informou que a escassez de semicondutores têm levado a vários gargalos de fornecimento em muitas indústrias em nível global (de telecomunicações, computação, eletroeletrônicos e smartphones), o que também gerou problemas no abastecimento da indústria automotiva ao redor do mundo desde a virada do ano.

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“Nos últimos meses, o time da Volkswagen tem trabalhado intensamente, em parceria com a matriz e fornecedores, para minimizar os efeitos da escassez de semicondutores na produção em suas fábricas no Brasil. Porém, o cenário atual não demonstra encaminhamento para uma solução definitiva visando a normalização do fornecimento de chips. Ao contrário, há sérios riscos de agravamento da situação nas próximas semanas”, diz o comunicado, destacando que novas paralisações não estão descartadas caso o cenário global de fornecimento de semicondutores permaneça crítico.

DEZ FÁBRICAS

Agora, chega a dez o número de fábricas de automóveis, de um total de 21 existentes no país, que desde o final de maio voltaram a parar ou tiveram retorno da produção adiada em razão da crise de abastecimento, mais grave agora nos componentes eletrônicos.

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No final de maio, em razão da falta de peças e da adequação das linhas para a produção de uma nova picape, a General Motors (GM) comunicou a seus trabalhadores a parada por seis semanas da fábrica de São Caetano, a partir do dia 21. Antes disso, no dia 31, a GM suspendeu a produção noturna na planta do ABC, exceto os setores de funilaria e pintura.

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