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Parceiro de Robinho envolvido em caso de estupro trabalha em instituto de Neymar | Reprodução/Redes Sociais,Instituto Neymar Jr.
Um dos nomes citados no caso que condenou Robinho à prisão por estupro coletivo na Itália, em 2013, trabalha no Instituto de Neymar Jr. e na Prefeitura de São Vicente, litoral paulista. Fábio Galan, amigo do hoje presidiário, foi apenas citado em documento e não condenado.
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Além de Robinho, o crime foi praticado por outros cinco homens, mas apenas Ricardo Rocha Falco foi julgado. O condenado deve se apresentar à Polícia Federal de São Paulo nesta quinta-feira (06/06), onde responderá pela mesma condenação do ex-jogador.
Galan e os outros quatro homens restantes foram apenas citados durante as investigações, já que a justiça italiana não foi capaz de localizá-los, logo não há como realizar a condenação.
Segundo informações disponibilizadas em 2022 no site do Instituto, Fábio Galan trabalha como supervisor de atividades esportivas da organização.
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Na prefeitura, o amigo de Robinho é concursado e atua na Secretaria dos Esportes, segundo confirmação dos representantes do município.
O ex-jogador foi preso no dia 21 de março, pouco mais de 10 anos após o ocorrido, a mando da presidente do Superior Tribunal de Justiça Maria Thereza de Assis Moura.
Robinho foi condenado a 9 anos de prisão por estuprar uma mulher albanesa, na Itália. A justiça europeia queria que o ex-jogador cumprisse a pena em solo italiano, mas a justiça brasileira interveio, segundo informações do “G1”.
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*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita
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