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Cotidiano

Novo Auxílio Brasil prevê taxa de administração que pode chegar a R$ 1,3 bi

A proposta de emenda que amplia uma série de benefícios prevê uma taxa de até 5% de operacionalização do novo Auxílio Brasil

Maria Eduarda Guimarães

30/06/2022 às 12:30  atualizado em 30/06/2022 às 12:34

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Auxílio Brasil

Auxílio Brasil | Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A proposta de emenda constitucional do governo Jair Bolsonaro (PL) que amplia uma série de benefícios prevê uma taxa de até 5% de operacionalização do novo Auxílio Brasil. Isso significaria uma verba que pode chegar a R$ 1,3 bilhão, uma vez que o montante do programa é calculado em R$ 26 bilhões.

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A bancada do PT no Senado, que identificou este ponto, vai questionar em plenário a necessidade da taxa, por entender que o custo de administração da versão ampliada do auxílio é praticamente zero.

O programa passará a pagar mais R$ 200 às famílias beneficiadas, levando o montante a R$ 600. É um público que já está cadastrado pela Caixa Econômica Federal, instituição que gerencia o auxílio. Assim, não há necessidade de novos custos operacionais.

Da mesma forma, as famílias que estão na fila, e agora serão contempladas, também já fazem parte de um cadastro do governo.

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A desconfiança do PT é de que a taxa de operacionalização, a ser revertida para a Caixa, será utilizada para dois propósitos: fazer propaganda do benefício, e custear a troca de cartões, que ainda hoje trazem a marca do Bolsa Família, criado no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

O aumento dos programas sociais é uma das principais apostas de Bolsonaro para subir nas pesquisas, em que atualmente está em desvantagem.

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