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Depois da morte, Prefeitura instalou faixa de areia com pedras para impedir a passagem de veículos e charretes | Reprodução
Uma faixa de areia com pedras para impedir a passagem de veículos e charretes na divisa entre Peruíbe e Itanhaém, no litoral de São Paulo, foi instalada na última sexta-feira (28/3), cinco dias depois do atropelamento de Thalita Danielle Hoshino, de 38 anos.
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Ela foi atingida por uma charrete enquanto andava de bicicleta na faixa de areia próximo à avenida Santa Cruz, no dia 23 de março.
A turista, que morava em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, morreu no dia 25 de março, devido a um traumatismo cranioencefálico.
A mulher recebeu os primeiros socorros na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itanhaém e depois foi transferia para o Complexo Hospitalar Irmã Dulce, na Praia Grande.
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O suspeito de conduzir a charrete, um homem de 31 anos, foi preso no sábado (29/3) em uma casa na Praia Grande. O boletim de ocorrência foi registrado inicialmente como lesão corporal, mas c om a morte da ciclista o inquérito mudou para homicídio tentado.
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