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Gilberto Pereira Schneiker, de 31 anos, foi encontrado morto | Reprodução/Redes sociais
Um historiador, identificado como Gilberto Pereira Schneiker, de 31 anos, foi encontrado morto com marcas de violência, no domingo (10) em Campinas, interior de São Paulo. O corpo estava em uma mata, na Vila Mingone, com ferimentos na cabeça. O caso foi registrado como homicídio. A família suspeita de crime por homofobia.
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De acordo com o registro policial, o corpo foi encontrado de manhã, por um morador que caminhava pela Marginal Capivari, próximo à Lagoa do Mingone. Ele chamou a Guarda Municipal que preservou o local até a chegada da equipe de peritos da Polícia Civil.
Duas pedras com marcas de sangue foram encontradas próximas ao local, possivelmente usadas na agressão ao historiador. O caso está sendo investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa).
Segundo a mãe da vítima, Gilberto trabalhou até a meia-noite de sábado (9) e foi se encontrar com ela em um bar da região. A mulher, o namorado dela e o rapaz ficaram no local até por volta de 1h30.
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Como trabalharia cedo no dia seguinte, ela e o namorado foram embora. Gilberto disse que também deixaria o local em seguida, mas não apareceu em casa.
Na manhã seguinte, quando a mãe entrou em contato com a polícia para informar o desaparecimento, ela soube do assassinato. "O corpo está dilacerado, mas sua memória nunca será apagada", escreveu em redes sociais.
O caso foi registrado como homicídio de autoria desconhecida. A polícia começou a ouvir possíveis testemunhas e aguarda o laudo do exame necroscópico do IML (Instituto Médico Legal). Imagens de câmeras da região serão analisadas. Sobre um possível crime homofóbico, a polícia informou que a investigação está sendo direcionada conforme as informações dos familiares da vítima.
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