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A violência doméstica o segundo delito mais cometido entre o grupo. | Governo de SP
Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre julho de 2021 e julho de 2022, apontou que o uso de câmeras portáteis nos uniformes de policiais militares de São Paulo evitou 104 mortes, uma queda de 57%, em relação ao período anterior em que a medida entrou em vigor. A pesquisa revelou também que além da letalidade policial, houve redução da criminalidade.
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Em 2020, as câmeras portáteis começaram a ser implementadas, por isso, a FGV considerou os 14 meses em que os equipamentos estão em vigor e, analisaram as ocorrências dos batalhões que usam o equipamento.
Com as câmeras, o total de apreensão de armas cresceu 24%. Já os registros de casos de violência doméstica cresceram 102%.
Os resultados do levantamento indicam que a tecnologia cumpriu um papel fundamental na redução do uso excessivo da força: áreas de companhias de polícia que adotaram a tecnologia tiveram as mortes decorrentes de intervenção policial reduzidas em relação às áreas de companhias que não adotaram.
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"Houve também um aumento na apreensão de armas e drogas, na produtividade policial, uma diminuição na subnotificação de crimes de menor potencial ofensivo e de violência doméstica. E não houve impacto nos indicadores criminais de roubo e homicídio, indicando que com a câmera não houve uma redução do esforço policial", afirmou o tenente Diego Almeida em entrevista ao portal G1.
"Ela indica sim que está sendo positiva, tendo em vista uma maior segurança para o policial em sua atuação", completou.
Atualmente são cerca de 10 mil câmeras implantadas em São Paulo.
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