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Apenas neste ano, o Brasil contabilizou mais de 160 mortes | Arquivo/Agência Brasil
Os números de casos de dengue seguem preocupando as autoridades e a população, contudo a preocupação é maior devido à presença de uma linhagem do vírus que não circulava há mais de nove anos.
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Apenas neste ano, o Brasil contabilizou mais de 400 mil casos prováveis da doença e 160 mortes. Os números caíram em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados mais de 1 milhão de casos, e mais de mil mortes em fevereiro.
Os estados com o maior número de casos são: Acre, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Embora estudos apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) indiquem que a dengue tipo 3 não seja a mais grave, especialistas alertam que a combinação com outros sorotipos pode agravar os casos.
Quando o indivíduo é infectado por outros sorotipos, como o DENV-1, e depois pelo DENV-3, o risco de agravamento aumenta.
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O Instituto Butantan, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, oficializou no início de dezembro o pedido de registro da vacina Butantan-DV à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A Prefeitura de São Paulo continua intensificando a vacinação contra a dengue na capital paulista. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) orienta os responsáveis a vacinar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.
Todos os tipos de dengue são combatidos da mesma forma. Veja dicas para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti:
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