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Cotidiano

Caos na Linha 3: passageiro do metrô conta sufoco à Gazeta

Retorno do trabalho durou 2h a mais que o normal; programador teve que caminhar pela via, veja vídeo

Adriano Assis

25/02/2025 às 22:12  atualizado em 25/02/2025 às 22:35

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Trem lotado ficou parado por cerca de 30 minutos, segundo Ricardo, antes dos passageiros seguirem a pé

Trem lotado ficou parado por cerca de 30 minutos, segundo Ricardo, antes dos passageiros seguirem a pé | Arquivo Pessoal/Ricardo Urbano

Problemas seguidos paralisaram a Linha 3-Vermelha do metrô, gerando caos na noite desta terça-feira (25/2) no sistema metroviário de São Paulo. O programador Ricardo Urbano contou com exclusividade à Gazeta como foi tentar chegar em casa. A operação demorou mais de três horas para ser normalizada.

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“Geralmente, o trajeto dura meia hora, no máximo. E hoje cheguei para pegar meu carro quase 21h, quando o normal seria umas 19h, quando muito”, afirma o profissional, que voltava de uma consulta após o trabalho.

Ricardo foi um dos que precisaram deixar o trem e seguir a pé pela via até retornar para a estação Barra Funda-Palmeiras, de onde haviam partido.

“Quando cheguei já estava bem lento, até que uma hora chegou o trem. A coisa lotou, mas dentro da normalidade de São Paulo. E aí no túnel entre a [estação] Barra Funda e Marechal Deodoro, simplesmente parou”, recorda o programador.

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Segundo o passageiro, eles foram avisados que aguardavam a movimentação de um trem a frente para seguir viagem. A parada durou de 20 a 30 minutos. “Ele ficou totalmente escuro, só com as luzes de emergência. Depois voltou a luz normal e o ar-condicionado não dava conta. Um calor, sabe?”, relata.

A pé no túnel

O programador diz que, de repente, viram pessoas caminhando pelo lado de fora do trem. Ele não sabe dizer se do mesmo trem que eles estavam, ou se de outro veículo.

“Abriu uma porta do vagão, só uma abriu, sem indicação, sem gente do metrô ajudando, sem nenhum segurança informando nada. Simplesmente o pessoal começou andar em direção à [estação] Barra Funda”, conta Ricardo Urbano.

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De acordo com o passageiro, eles cruzaram no caminho com um trem praticamente vazio, onde apenas algumas senhoras aguardavam ajuda, até chegarem à estação, que estava lotada de pessoas que aguardavam veículo para seguir viagem.

Ricardo desistiu de tentar voltar para casa em transporte sob trilho e pegou um ônibus em direção à zona norte de São Paulo. Seu carro estava estacionado no bairro Tucuruvi. Depois foi dirigindo até em casa, onde chegou horas mais tarde do que o previsto.

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