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Segunda, 11 Junho 2018 17:19

Estuário de Cananéia é o paraíso do boto cinza

Atualmente pelo menos 400 botos vivem na região de Cananéia, no Vale do Ribeira
Quando adulto, o boto cinza pode medir de 1,5m a 2,10m, pesar 120 quilos e viver até 30 anos Quando adulto, o boto cinza pode medir de 1,5m a 2,10m, pesar 120 quilos e viver até 30 anos Divulgação/PMEC
Da Reportagem
Do Vale do Ribeira

Na região de Cananéia, o manguezal, um ecossistema cheio de vida, se estende por uma faixa de 150 quilômetros e é um dos mais preservados da costa brasileira. Pássaros e aves das mais variadas espécies têm alimento em abundância. Outro animal, que atrai visitantes para sua observação, também se beneficia de tanta comida.

Pesquisadores descobriram que o estuário de Cananéia é um dos paraísos do boto cinza. Com tantos nutrientes que vêm do mangue, o alimento não falta. Eles calculam que pelo menos 400 botos vivem hoje na região. A reprodução é lenta: apenas um filhote a cada três anos. Em ambiente assim, saudável, o boto cinza vive entre 30 e 35 anos.

Em dez anos de estudo, os pesquisadores fizeram muitas descobertas. A mais importante foi a identificação de 148 espécies de aves, que antes da pesquisa nunca foram vistas nesta região. Um aumento de mais de 50% em relação ao número de espécies que eram conhecidas na Serra do Mar.

E assim, em um ambiente preservado, a vida animal segue seu curso, em um ecossistema tão rico e que mantém a biodiversidade em equilíbrio.

O boto cinza, uma espécie de golfinho de pequeno porte, habita as regiões costeiras e estuarinas, entre o litoral de Santa Catarina até Honduras, com grande concentração em algumas regiões da costa brasileira. Quando adulto, pode medir de 1,5m a 2,10m, pesar 120 quilos e viver até 30 anos. Em Cananéia, o cetáceo pode ser observado ao longo de todo o ano, tanto em pontos estratégicos em terra, como na Praia do Itacuruçá, na Ilha do Cardoso; como em embarcações. Os passeios no mar são feitos diariamente a partir do Trapiche Municipal, na Avenida Beira-Mar, em direção à Baía de Trapandé, também chamada de Baía dos Golfinhos. 

O habitat natural do boto-cinza também é tema de pesquisas científicas desenvolvidas na região. O Projeto Boto Cinza, realizado pelo IPeC, mantém mais de dez linhas de pesquisa.

*Matéria produzida por Suzana Scheibel

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