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Terça, 27 Fevereiro 2018 17:41

Registro anuncia vacina para toda a população

Desde segunda-feira as doses de imunização contra a febre amarela estão disponíveis em todas as unidades de saúde
A vacinação na cidade é preventina, mesmo sem existir caso confirmado de febre amarela no Vale do Ribeira até agora A vacinação na cidade é preventina, mesmo sem existir caso confirmado de febre amarela no Vale do Ribeira até agora Divulgação/Prefeitura de Registro
Da Reportagem
Do Vale do Ribeira

Apesar de não existir nenhum caso confirmado ou suspeito de febre amarela no Vale do Ribeira até agora, a Secretaria de Saúde de Registro distribuirá doses da vacina contra a doença para as unidades de saúde da cidade como medida preventiva. Segundo a secretaria, desde segunda-feira, 26, há vacina para toda a população.

Segundo a pasta, Registro recebeu, na última quinta-feira, a visita da diretora técnica da Divisão de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, doutora Helena Sato. Ela tratou justamente sobre a proposta de vacinação contra a febre amarela como ação preventiva no Vale do Ribeira, assim como já vem ocorrendo na Baixada Santista.

Como o Vale do Ribeira possui grande concentração de matas e corredores que unem fragmentos florestais ou unidades de conservação separados por interferência humana, como estradas, é prudente imunizar especialmente os moradores da zona rural.

As doses fracionadas da vacina contra febre amarela estarão disponíveis para os munícipes em todas as unidades de saúde, de segunda a sexta-feira, no horário de atendimento da unidade.

“Reafirmamos que não estamos em campanha vacinal. As doses estarão disponíveis para todos os munícipes elegíveis para receber a vacina, sendo que a dose fracionada é tão eficaz como a dose padrão”, destaca a secretária municipal de Saúde, Jô Rangel.

Reações

Após a aplicação da vacina contra a febre amarela, sintomas leves como dores musculares, de cabeça e febre são relativamente comuns. Também é possível a ocorrência de vermelhidão, inchaço e calor no local da injeção. Já o efeito colateral mais grave é a doença viscerotrópica aguda, que ocorre quando o corpo não consegue conter a multiplicação do vírus inserido pela vacina.

Alguns grupos possuem probabilidade maior de sofrer com os efeitos colaterias da vacina. São idosos, portadores de HIV, transplantados, gestantes ou pessoas com doenças autoimunes, pacientes com câncer, mulheres amamentando, crianças com menos de 6 meses e alérgicos graves ao ovo.

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