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Segunda, 11 Junho 2018 12:43

Turista pode curtir natureza em Ilhabela no outono e inverno

Para quem curte a natureza, um friozinho não atrapalha desfrutar qualquer aventura. Sendo assim, listamos três das ricas trilhas do arquipélago para não deixar nada a dever a nenhum amante da natureza
A trilha da Água Branca possui 4,4 quilômetros de caminhada, contando ida e volta, apontando para alguns trechos com inclinações A trilha da Água Branca possui 4,4 quilômetros de caminhada, contando ida e volta, apontando para alguns trechos com inclinações Divulgação/PMI
Por Patrícia Rosseto
Do Litoral Norte

Ilhabela é muito conhecida por suas belas cachoeiras acessíveis por trilhas, que contam com rica fauna e flora de Mata Atlântica preservada e, para quem curte a natureza, um friozinho não atrapalha desfrutar qualquer aventura.

Sendo assim, listamos três das ricas trilhas do arquipélago para não deixar nada a dever a nenhum amante da natureza. Mas, lembramos que, para segurança e conforto, é necessário a escolha de roupas ideais e leves. Hoje, a gama de possibilidades de roupas e equipamentos para trilheiros é gigantesca, com uma infinidade de tecidos inteligente e calçados confortáveis, seguros para sua saúde. Além do conforto, a segurança é relevante na produção das vestimentas e equipamentos. Um investimento que vale a pena!

Água Branca

Tem este nome pois seu destino é a cachoeira da água Branca e seus cinco poços arquitetados pelas corredeiras do Ribeirão da Água Branca, daí seu nome.

E, não podemos deixar de enfatizar a Torre de Observação de cerca de 10 metros de altura, ideal para uma visão panorâmica incrível e cheia de paz, estimada por praticantes de birdwachings e amantes da fotografia – na verdade esta trilha têm duas torres.

Ao todo são 4,4 quilômetros de caminhada, contando ida e volta, apontando para alguns trechos com inclinações. Esta trilha pode ser autoguiada. Seu começo se dá na guarita da Estrada de Castelhanos, que segue plana até o Poço da Pedra – cuidado, é um poço de alta profundidade.

Continuando a caminhada, chega-se ao Poço da Escada, ali há uma infraestrutura com mesas, ideal para relaxar, fazer um lanche. A trilha após esta parada começa a ficar estreita, com poucas pedras e, o caminho é escorregadio.

Ainda seguindo, o próximo atrativo é o Poço da Ducha. A força de sua queda d’água produz um som incrível, fotos incríveis, porém deve ser evitada para banhos.

Outro ponto forte deste percurso é mais uma torre de observação, muito interessante, pois dá a visão de um antigo bananal, muitos animais são atraídos para o local e, as surpresas podem ser tucanos-de-bico-verde, macuco, tiê sangue, aves típicas da Mata Atlântica, sempre rica em cores, entre outros, é só entrar em sintonia e observar. Os adoráveis esquilos-caxinguelês também estão por lá. Não esqueça, não os alimentar, eles estão em um ambiente protegido, onde podem se alimentar adequadamente. Não é seguro para a saúde dos animais ingerir nossos alimentos.

O Poço do Jequitibá batizado assim por ter próximo a ele esta espécie de árvore, com cerca de 400 anos de acordo com estimativas de especialistas ambientais. O poço do Jabuti é, então, a última parada. Lá há acesso para a Estrada de Castelhanos, tornando a volta mais curtinha.

O ponto para começar esta trilha é na estrada que leva à Baia de Castelhanos, onde há a guarita do Parque Estadual. Ali deixe seu veículo e rume sua caminhada a direção esquerda. Há placas informativas da trilha.

Bonete e Anchovas

Aventura e mais aventura. Esta é legendária!!! Se não ouvir falar ainda da imensa beleza deste local, Google! Fica bem ao sul de Ilhabela, é um vilarejo, uma comunidade tradicional pesqueira, onde vivem isolados com suas famílias e cultura, 250 caiçaras.

Lá, a luz elétrica é gerada através de placas solares e também alguns geradores, excelente para quem gosta de acampar, mas há também uma pequena pousada rústica, em total harmonia com o local. Apesar de toda aquela tranquilidade que só estes lugares paradisíacos oferecem, ondas de mais de 1 metro apaixonam surfistas.

Segundo os mais moradores mais antigos, a trilha do Bonete era estrada indo até a Ponta da Sepituba, mais ao sul do arquipélago ainda. Lá há um estacionamento, onde começam os 15 quilômetros de caminhada até o Bonete, diversas cachoeiras (Cachoeira da Laje e do Areado) e riachos, com águas cristalinas, fazem parte da beleza surreal do percurso.

É uma trilha também autoguiada, bem sinalizada, porém, vale lembrar que é importante ter boa forma física neste percurso com terreno acidentado, subidas e de quatro a 5 horas de caminhada.

Se houver fôlego e sede para mais aventura, indicada a pessoas mais experientes, saindo da Praia do Bonete caminhe até a próxima praia, das Anchovas. São mais em torno de uma hora, se estender um pouco, chega ao Mirante do Bonete, é quando você pensa, “valeu a pena”

Trilhas das Praias Mansa, Vermelha e Figueira

Esta trilha tripla, sai do lado sul da baía de Castelhanos. Apenas 30 minutos de caminhada levam a primeira praia, a Mansa, águas calmas, cuidado para não se apaixonar e desistir das outras duas lindas praias com trilhas em meio a Mata Atlântica e todas suas surpresas. Mais 45 minutos e já está na Praia Vermelha, daí em diante, a trilha fica mais longa, são em torno de 2 horas até chegar a Praia da Figueira. Caminhada moderada. Além da exuberante fauna e flora você vai encontrar pessoas incríveis que vivem de artesanato e pesca.

Em todas as trilhas, não se esqueça de se hidratar, levar água, alimentação, repelente de insetos e protetor solar. Sem falar nas roupas adequadas para seu conforto, rendimento e segurança. É sempre recomendável a contratação de um guia local, pois conhece o ambiente, as condições geográficas e climáticas, sabe como e onde encontrar espécies, histórias e lendas da cultura local, além de garantir sua segurança e apresentar surpresas. Traga SEMPRE seu lixo com você, não retire nada, mudas, conchas, pedras. A natureza se preserva resistindo.

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