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Segunda, 28 Maio 2018 17:32

A Brava de Caraguá, destino para quem busca aventura, surfe e pesca

Em meio a mata de encosta preservada e dentro da cidade, a Praia Brava de Caraguatatuba é uma das mais belas e selvagens da Estância
Sua beleza e águas são selvagens, suas sombras das copas das árvores são tranquilas para descansar e aproveitar a bela paisagem Sua beleza e águas são selvagens, suas sombras das copas das árvores são tranquilas para descansar e aproveitar a bela paisagem
Por Patrícia Rosseto
Do Litoral Norte

Dentro de Caraguatatuba, entre as praias Martin de Sá ao norte e Capricórnio ao sul (apenas 4 km do Centro), a Praia Brava é destino para quem curte aventura, natureza, surfe, praticantes de pesca esportiva, mergulho e até naturalistas que procura por uma praia deserta, selvagem, porém em um ambiente que transmite tranquilidade.

O acesso a Praia Brava é pelo canto direito da Praia Martin de Sá, explica o guia de turismo Luanderson Coutinho (Lula), da Agência de Turismo Ubatuba Ecotur. “Na rua que dá acesso a Praia Brava não há estacionamento, porém tem uma área aberta, parecida com um terreno, cabe cerca de 8 carros, geralmente quem vai à praia estaciona ali ou deixa o veículo na rua”.

Há uma placa na entrada da trilha indicando a Praia Brava e informações da trilha e de procedimentos de trilha, segundo o guia. “Dali para frente é deserto, quando começa a trilha. São cerca de 30 minutos de caminhada bem moderada, o nível da trilha é leve, não são subidas íngremes e a trilha é curta”, detalha.

“No caminho há mirantes naturais conforme abre a vegetação, alguns dos mirantes dá para ver toda a extensão da Praia Martin de Sá e uma ponta de Ilhabela que se localiza a frente”, informa acrescentando que é um lugar para quem procura praia deserta, “não há infraestrutura, quiosques, é para quem gosta de praia selvagem”, pontua.

A exuberante natureza da Mata Atlântica possibilita contato direto com a fauna e flora local, reservando surpresas para os aventureiros. “Encontramos muitas borboletas, cerca de 10 espécies. Uma trilha muito bacana. Avistamos muitas aves também, como saíras sete cores, sanhaços, tiê-sangue e sabiá laranjeira. É uma praia dentro da cidade para o público que se amarra em natureza selvagem”, conta Lula.

Segunda ele, chegando ao destino da trilha, tem outro mirante que dá para avistar a Praia Brava de uma ponta a outra, “não é uma praia muito extensa, tem cerca de 500 metros de extensão, é uma praia de tombo, com muitas árvores em sua extensão, especialmente em seu canto esquerdo, proporcionando sombra. A areia é grossa com algumas conchas. A praia conta com leve inclinação, por ficar virada para o mar aberto, deixa assim, bem exposta a ondulação. A Brava é uma praia de tombo com ondas e correntes fortes em qualquer época do ano. Isso faz com que a praia seja agitada, tem que tomar cuidado, principalmente com crianças”, previne ele.

A Brava é realmente uma praia deserta, não há moradores, é área de preservação ambiental, não existe estrutura comercial, informa o guia. “É importante estar preparado, levando principalmente água, alimentos leves. É importante também usar roupas adequadas, leves, tênis. Não esquecer o protetor solar e por ser área de mata, repelente. E, não esqueça a câmera fotográfica, pois o local é extremamente bonito”, indica.

De acordo com Lula, a trilha é autoguiada. “Um guia seria interessante por questões de informações sobre fauna e flora local”. Ele recomenda não retirar ou deixar nada no local. “Leve seu lixo de volta contigo. Não retire nada, nem mudas de plantas e, nem conchas, tudo isso é o que torna estes lugares tão bonitos e selvagens. Além do mais, a preservação até das conchas é protegida por leis federais, podendo terminar em multa e até detenção. Tire muitas fotos e deixe muitas pegadas”, finaliza o guia.

O acesso começa na Martim de Sá após o rio Guaxinduva, através de uma estrada pequena de terra, que depois se torna trilha, é onde o carro fica, dali segue a trilha com cerca de 200 metros.

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