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Segunda, 21 Maio 2018 17:08

Movimentos sociais na mira do golpe

Dois grandes acontecimentos marcaram o primeiro de maio de 2018. Falo do ato unificado pelo dia dos trabalhadores e apoio a LULA e do incêndio e desmoronamento do prédio no Largo Paissandu, que resultaram em mortes e centenas de famílias até hoje desabrigadas. Pela teoria conspiratória, circulou nas redes sociais a tese de que o incêndio teria sido causado para desviar a atenção desta que foi uma das maiores manifestações em solidariedade ao ex-presidente LULA. Com a tragédia, golpistas, oportunistas, fascistas e afins se aproveitaram para criminalizar as lutas sociais, agora com foco no movimento de moradia. É emblemática e condenável, por exemplo, a forma leviana como a mídia noticiou que uma assessora da deputada Márcia Lia (PT-SP) estaria envolvida em suposta cobrança de taxas de moradores de um dos prédios ocupados na Capital. Lideranças populares são colocadas sob suspeitas diante do pouco ou nenhum compromisso com a informação e apuração dos fatos, mas com o objetivo evidente em formar opinião contra as mobilizações sociais e suas reivindicações.

Tem sido assim desde que Temer e sua turma tomaram o governo de assalto. Naquele período (2016) alertamos que os alvos da perseguição não eram apenas Dilma, LULA e o PT. Havia, desde então, uma escalada rumo ao Estado de exceção. Neste governo ilegítimo a democracia se resume – e olhe lá – ao regime que se expressa pelo direito do voto. A sociedade democrática com seu legítimo direito de manifestação está sendo aniquilada com a conivência e mesmo apoio de instituições diversas e dos meios de comunicação. Os fatos assim comprovam, com a violência contra trabalhadores do campo e povos indígenas, infiltração de policiais em manifestações de estudantes e servidores públicos, assassinatos de lideranças rurais e da vereadora Marielle (RJ), prisões arbitrárias e julgamentos manipulados e inclusive a proposta de um certo deputado, que visa enquadrar na lei antiterrorismo as lutas e mobilizações do MST e MTST. Diante da falência total desse ilegítimo governo buscam impor a força e a perseguição aos movimentos sociais e suas lideranças.

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