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Quarta, 06 Junho 2018 12:07

Erupção do Kilauea aumenta e número de casas destruídas pode chegar a 200

Os moradores da região já tinham sido retirados do local e não há informação sobre vítimas. Até o momento, cerca de 2.500 pessoas tiveram que deixar suas casas
O último balanço oficial, de segunda (4) apontava 117 construções afetadas O último balanço oficial, de segunda (4) apontava 117 construções afetadas Departamento de Defesa do Havaí/Fotos Públicas
Por Folhapress
De São Paulo

Um aumento no fluxo de lava que sai de fissuras do vulcão Kilauea, no Havaí, destruiu dezenas de casas da região, elevando o número de construções atingidas para quase 200, disseram autoridades locais na noite desta terça-feira (5). 

A porta-voz do condado do Havaí afirmou que ainda não é possível estabelecer o número exato de construções afetadas na Big Island, a maior das ilhas do arquipélago. "Mas podemos dizer que centenas [de casas] foram atingidas em Kapoho Beach Lots e Vacationland durante a madrugada", disse ela, se referindo a duas comunidades afastadas. 

Os moradores da região já tinham sido retirados do local e não há informação sobre vítimas. Até o momento, cerca de 2.500 pessoas tiveram que deixar suas casas. 

O Observatório havaiano de vulcões relatou "vigorosas erupções de lava" e disse que a fissura 8 - uma das 24 ativas - está "produzindo rios de lava que estão inundado" as duas zonas de veraneio.

Segundo a Reuters, autoridades afirmaram que ao menos 80 casas foram destruídas recentemente, entre elas a do prefeito de Big Island, Harry Kim. 

O último balanço oficial, de segunda (4) apontava 117 construções afetadas. 

Segundo especialista, o Kilauea está em erupção de forma quase continua desde 1983, mas o ciclo atual, que começou em 3 de maio, tem causado uma destruição maior do que em anos anteriores.  

Se os novos números forem confirmados, a destruição causada pela atual erupção, pode chegar a 200 casas, se aproximando das 215 construções afetadas nos 35 anos anteriores.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, uma área de 20 km2 (pouco menor do que a região central da cidade de São Paulo) foi coberta por lava, que pode fluir a uma velocidade de 0,16 m/s.

Boa parte do fluxo de lava termina no mar, criando um  fenômeno chamado "laze", palavra em inglês formada por "lava" e "haze" (névoa), que produz uma mistura de ácido clorídrico (HCl), vapor e pequenas partículas de vidro vulcânico.

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