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Terça, 10 Julho 2018 17:20

Jovem espancado por seguranças de balada continua em estado grave

Caso ocorreu na madrugada de sábado; a confusão teria começado após ele reclamar de uma diferença de R$15 na sua conta
Lucas teria se envolvido em discussão e foi arrastado para fora do estabelecimento e espancado Lucas teria se envolvido em discussão e foi arrastado para fora do estabelecimento e espancado Arquivo Pessoal
Da Reportagem
De São Paulo

O jovem Lucas Martins de Paula, de 21 anos, continuava em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Santos nesta terça-feira, após ter sido espancado por seguranças do Baccará Backstage Bar, no bairro Embaré, em Santos, litoral paulista.

Lucas teve politraumatismo e segundo informações da polícia a confusão teria começado após o jovem discordar de uma diferença de R$15,00 em sua comanda. Os seguranças da casa foram chamados e, após uma breve discussão, Lucas teria sido arrastado para fora do estabelecimento, onde ocorreu o espancamento.

De acordo com testemunhas, sete seguranças pegaram Lucas e um amigo pelo pescoço e o arrastaram os dois para o lado de fora da balada onde teriam acontecido as agressões.

As demais informações dão conta de que, após ser espancado, Lucas teria ficado desacordado no chão e um dos seguranças ordenou aos amigos do jovem que chamassem logo um Uber e o levassem para longe dali. Eles não obedeceram e ligaram para uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (SAMU).

Em nota, a assessoria jurídica do Baccará informou que, após ser retirado do bar, o jovem se envolveu em uma confusão com outras pessoas que estavam do lado de fora, onde foi agredido. Porém, os amigos que estavam no local, no momento do crime, negam a alegação e garantem que não havia ninguém de fora na briga, além dos jovens agredidos e dos seguranças.

Estado grave

De acordo com último boletim médico divulgado pela Santa Casa de Santos, onde Lucas está internado, ele permanece sedado e em coma induzido, “com monitorização da pressão intracraniana no segundo pós-operatório de drenagem de hematoma intracraniano”.

“Colocaram um cateter para drenar o sangue coagulado no cérebro. Os médicos dizem que o quadro é grave, e que é preciso aguardar 72 horas para ver qual a situação neurológica dele”, conta o pai. O caso foi registrado como lesão corporal no plantão da Delegacia Seccional de Santos.


*Matéria com colaboração do Diário do Litoral

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