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Terça, 29 Maio 2018 17:31

Petroleiros param por 72 horas em Santos

De acordo com o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira, Alexsandro Viviani, os motoristas não querem redução apenas no preço do diesel
Grupos de motoristas seguiam protestando na Alemoa, bairro que abriga depósitos utilizados no transporte de cargas do porto Grupos de motoristas seguiam protestando na Alemoa, bairro que abriga depósitos utilizados no transporte de cargas do porto Rodrigo Montaldi/Diário do Litoral
Da Reportagem
De São Paulo

A greve dos caminhoneiros foi mantida nesta terça-feira, em Santos, no litoral paulista. Grupos de motoristas seguiam protestando na Alemoa, bairro que abriga depósitos utilizados no transporte de cargas do porto. Amanhã, os petroleiros confirmaram greve de 72 horas.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Alexsandro Viviani, os motoristas não querem redução apenas no preço do diesel. “Não vamos aceitar. Queremos que todos os combustíveis sejam reduzidos. A greve continua”, afirma.

Viviani esclarece que tudo o que for de extrema necessidade, como gasolina para abastecer carros da CET e da Polícia Militar, produtos hospitalares e gás de cozinha para hospitais, será liberado. “Não queremos a população contra nós”, expõe.

Um dos grupos que prestou apoio aos caminhoneiros foi o de motoristas de transporte de passageiros, que colocou 162 vans nas ruas. “Damos total apoio. Somos contra a política de aumento dos combustíveis, que é atrelada ao dólar”, esclareceu o presidente da Associação de Condutores Escolares da Baixada Santista, César Moraes. Na última segunda-feira, os estivadores do Porto de Santos também realizaram passeata a favor dos caminhoneiros.

O diretor de comunicação do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (SindiPetro-LP), Fábio Mello, afirmou que é possível baixar os valores dos combustíveis. “Se eu produzo menos aqui, consumo menos e o excedente é exportado. Diminuíram a carga das refinarias e aumentaram a exportação. Queremos denunciar isso”.  

Mello afirma que a política de variação cambial não precisaria existir, porque há uma vasta produção de petróleo no Brasil. “Nossa deficiência é de apenas 20% e, se importássemos apenas isso, o preço ficaria mais em conta”, aponta. “Queremos que a Petrobras traga aquilo que foi criada para trazer ao Brasil: combustível barato”.

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