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Segunda, 12 Março 2018 11:18

PM prende foragido que foi condenado por jogar jovens de trem em SP

Vinícius Parizatto foi preso no km 28 da rodovia Ayrton Senna, no limite entre as cidades de São Paulo e Guarulhos, por volta das 21h deste domingo (11)
Por Folhapress
De São Paulo

Policiais militares prenderam, na noite deste domingo (11), um homem condenado pela morte de um jovem e tentativa de homicídio de outro, em Mogi das Cruzes (Grande São Paulo), em 2003.

Vinícius Parizatto foi preso no km 28 da rodovia Ayrton Senna, no limite entre as cidades de São Paulo e Guarulhos, por volta das 21h. Sem reagir à prisão, ele foi levado ao 4º DP (Guarulhos).

Parizatto foi condenado a 31 anos, 9 meses e 3 dias de prisão. Ele aguardava o julgamento de recursos em liberdade desde 2011. Em dezembro de 2017, o último recurso acabou negado pela Justiça, mas ele não se apresentou às autoridades.

Ele e outros três colegas foram condenados ao obrigaram os jovens Cleiton da Silva Leite e Flávio Augusto do Nascimento Cordeiro a pular de um trem em movimento.

As vítimas caíram no vão de cerca de 30 centímetros entre o trem e a plataforma da estação Brás Cubas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) após serem ameaçados pelo grupo de Parizatto, que dizia pertencer à ideologia dos skinheads.

Leite sofreu traumatismo craniano com exposição de massa encefálica e morreu em decorrência dos ferimentos. Cordeiro perdeu o braço direito. Os "skinheads", tribo que se inspirou no ideal europeu dos nacionalistas, são conhecidos pela intolerância em relação a nordestinos, negros, homossexuais e punks e pela violência.

Na época, testemunhas confirmaram que os agressores ameaçaram os jovens dizendo: "Ou pula ou morre". Além de Parizatto, Juliano de Freitas foi condenado a 24 anos de prisão e Danilo Gimenes Ramos pegou 26 anos, oito meses e 25 dias de reclusão.

O quarto envolvido, Flávio Augusto Nascimento Cordeiro, na época com 16 anos, foi reconhecido por meio de fotos apresentadas pelo delegado do 2º Distrito Policial de Mogi das Cruzes, Renato de Almeida Barros, e encaminhado para a Fundação Casa (antiga Febem).

A polícia realizou buscas na casa das famílias dos acusados e na residência de Juliano Aparecido de Freitas encontrou um espadim, um soco-inglês e três "tchacos" -arma formada por bastões unidos por uma corrente.

PUNK

Segundo informações do processo, os agressores implicaram com os rapazes porque eles vestiam blusas de bandas punk.

A polícia identificou os três após a divulgação de suas imagens, captadas pelo circuito de segurança da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que flagrou o momento da queda das vítimas, assim como o embarque e desembarque dos três acusados.

Informações passadas ao Disque-Denúncia também auxiliaram a polícia.

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