Edição de Hoje capa
Edições Anteriores
 
Terça, 12 Junho 2018 15:55

Gestão Covas consegue derrubar liminar que barrava contrato de varrição em SP

A liminar cassada impedia a contratação emergencial de serviço de varrição na cidade, extinguindo assim o risco de que a cidade ficasse sem o serviço a partir de quinta (14)
Com isso, a prefeitura deve assinar novo contrato emergencial em breve nos próximos dias Com isso, a prefeitura deve assinar novo contrato emergencial em breve nos próximos dias Fernanda Carvalho/Fotos Públicas
Por Folhapress
De São Paulo

A Prefeitura de São Paulo conseguiu nesta terça-feira (12) fazer com que fosse cassada a liminar que impedia a contratação emergencial de serviço de varrição na cidade, extinguindo assim o risco de que São Paulo ficasse sem o serviço a partir de quinta-feira (14).

Assinado em dezembro, o último contrato emergencial com Soma e Inova, consórcios que detém os atuais contratos de varrição na cidade, vence na quarta-feira (13). A empresa Consita entrou com mandado de segurança pleiteando o direito de participar da disputa, e conseguiu liminar favorável, que foi cassada nesta terça-feira (12).

Com isso, a prefeitura deve assinar novo contrato emergencial em breve nos próximos dias.Causava apreensão a possibilidade de que a cidade ficasse sem varrição a partir de quinta (14), como descrito pelo próprio prefeito Bruno Covas (PSDB) na semana passada.

"O edital está no Tribunal de Contas [do Município], uma licitação demora em torno de 60 dias para ser feita, e o contrato vence agora dia 13 de junho. Vamos recorrer da decisão, para que a gente possa fazer o contrato emergencial, senão a cidade não tem coleta a partir do dia 14", disse.

Hoje, a capital é dividida em dois lotes, sob responsabilidade das empresas Soma e Inova. O serviço custa R$ 1,2 bilhão ao ano. São varridas cerca de 250 toneladas de lixo ao dia.

A prefeitura quer renovar o contrato emergencial por convite a interessadas, enquanto a Justiça exigiu a abertura para qualquer empresa, em condições iguais.

A tentativa de renovação de contrato emergencial ocorre depois que a licitação de 17 de maio foi barrada pelo TCM (Tribunal de Contas do Município), que apontou 19 irregularidades.

Entre as falhas, o tribunal recomenda pregão eletrônico, quando prevalece o menor preço, não por consulta pública, como queria a gestão. O edital põe em jogo R$ 3,2 bilhões e é válido por três anos.

Gazeta SP

Endereço
Rua Tuim – 101 A
Moema - São Paulo - SP - CEP 04514-100.
Fone: (11) 3729-6600

Contatos
Redação - editor@gazetasp.com.br
Comercial - comercial@gazetasp.com.br

Diretor Presidente
Sergio Souza

Editorias
Brasil / Mundo / Estado / Capital / Grande São Paulo / Litoral / Vale do Ribeira / Serviços / Previdência / Variedades / Casa & Decoração / Turismo / Cinema

Colunistas
Pedro Nastri /
Nilson Regalado / Nilto Tatto/ Nilson Regalado/ Marcel Machado

Diretor Executivo
Daniel Villaça Souza

Diretor de Negócios
Paulo Villaça Souza

Diretor Comercial
Roberto Santos

Jornalista Responsável
Nely Rossany

Endereço
Rua Tuim – 101 A
Moema - São Paulo - SP - CEP 04514-100.
Fone: (11) 3729-6600

Contatos
Redação - editor@gazetasp.com.br
Comercial - comercial@gazetasp.com.br

Diretor Presidente
Sergio Souza

Diretor Executivo
Daniel Villaça Souza

Diretor Comercial
Roberto Santos

Diretor de Negócios
Paulo Villaça Souza

Jornalista Responsável
Nely Rossany

Editorias
Brasil / Mundo / Estado / Capital / Grande São Paulo / Litoral / Vale do Ribeira / Serviços / Previdência / Variedades / Casa & Decoração / Turismo / Cinema

Colunistas
Pedro Nastri /
Nilson Regalado / Nilto Tatto/ Nilson Regalado/ Marcel Machado