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Terça, 12 Junho 2018 11:02

Milton Leite veta bônus, mas mantém demais benefícios na Câmara

Gratificações de até R$ 16.186 são retiradas de texto sancionado, mas novos auxílios saúde e alimentação da Câmara começam a valer
O presidente da Câmara, Milton Leite (DEM) assumiu a prefeitura da Capital esta semana após viagem do prefeito Bruno Covas (PSDB) O presidente da Câmara, Milton Leite (DEM) assumiu a prefeitura da Capital esta semana após viagem do prefeito Bruno Covas (PSDB) Divulgação
Por Marcelo Tomaz
De São Paulo

O aumento das gratificações pagas aos funcionários de alto escalão da Câmara Municipal de São Paulo foi vetado pelo prefeito em exercício, vereador Milton Leite (DEM). Já as concessões do auxílio-saúde de até R$ 1.079,93 e do auxílio-alimentação de R$ 573,45 – este último apenas para servidores –, que também faziam parte do pacote de benefícios aprovado e custarão R$ 38 milhões, foram mantidas no texto sancionado.

O artigo 19 do Projeto de Lei 152/2013 ampliava, de acordo com faixa salarial e funções desempenhadas, os bônus dados a 148 servidores de elite. Na primeira faixa, mais baixa, as gratificações subiriam 13,2%, passando de R$ 2.528 para R$ 2.856. Na quarta, mais alta, o aumento seria de 74,8%, de R$ 10.114 para R$ 16.186. Hoje, 121 servidores da ativa já ganham mais que o prefeito, que recebe R$ 24,1 mil mensalmente. Caso o item não fosse vetado, o custo do projeto seria de R$ 43,6 milhões por ano.

A polêmica gerada pela inclusão das gratificações na proposta – feita de última hora e aprovada por 32 votos favoráveis e 8 contrários – tinha 15 dias para ser sancionada, mas foi enviada à Câmara na mesma semana que o prefeito Bruno Covas (PSDB) viajou e Leite assumiu a prefeitura, ficando para ele a responsabilidade de aprovar ou não o projeto. A decisão seria publicada na edição de hoje do Diário Oficial da Cidade de São Paulo. Após ouvir muitos vereadores dizerem que não sabiam o que tinham votado, Leite anunciou na semana passada que conversaria com todos os que aprovaram o projeto em plenário, como ele mesmo fez. Grande parte mudou de ideia e o democrata decidiu vetar o item devido a repercussão negativa dos novos valores.

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